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Engolindo Mágoas em Doses Homeopáticas

Tipo de projeto

Fotografia

TEMPORADA

BREVE TEMPORADA NO CENTRO CULTURAL DA DIVERSIDADE (CCD), LOCALIZADO NA RUA LOPES NETO, 206 - ITAIM BIBI
ENTRADA GRATUITA!

DIAS E HORÁRIOS
07/09/24 - 20h30(Sábado)
11/09/24 - 20h30 (Quarta)
18/09/24 - 20h30 (Quarta)
25/09/24 - 20h30 (Quarta)
23/10/24 - 20h30 (Quarta)
25/10/24 - 20h30 (Sexta)
26/10/24 - 20h30 (Sábado)
27/10/24 - 19h (Domingo)

SINOPSE
A peça, “Engolindo Mágoas em Doses Homeopáticas”, conta a história de três mulheres que vivem em décadas distintas – 1949, 1989 e 2019. Diante de um tribunal, as personagens vão vivendo suas histórias ao mesmo tempo que respondem a um julgamento, traçando questionamentos e reflexões acerca da posição da mulher na sociedade.

RELEASE

O espetáculo, “Engolindo Mágoas em Doses Homeopáticas”, retrata as opressões, abusos e violências que as mulheres sofrem no seu dia-a-dia através da linha do tempo entre os anos de 1949 e 2019.
As dores e sofrimentos dessas mulheres são representadas também por pequenas doses que, poeticamente, gotejam no palco ao longo de todo o espetáculo, até o momento que essas doses aumentam gradativamente.
Dentre tantos sofrimentos e dores, as personagens cometem ações extremas consideradas imorais e/ou ilegais. Por conta disso, durante todo espetáculo, estão sendo julgadas, seja pelo seu comportamento ou por suas atitudes e o público oscila no exercício dos papéis de júri e espectador.
São três mulheres que vivem em décadas distintas e suas histórias são contadas separadamente e, para contar tais histórias, é utilizado o recurso de iluminação que demarca o tempo e a época dessas personagens. Porém, no decorrer da apresentação, elas se cruzam quebrando a barreira do tempo cronológico.
A peça mostra através de uma encenação contemporânea que, independente do tempo em que se vive, as mulheres ainda caminham sob "olhos sociais" que ditam sobre seus corpos, escolhas, atitudes..., que seguimos engolindo em doses homeopáticas toda a dor que carrega uma mulher.


FICHA TÉCNICA

Criação, encenação, direção e dramaturgia: Beliza Trindade, Juliana Aguiar e Lilian Menezes
Elenco: Beliza Trindade, Juliana Aguiar e Lilian Menezes
Voz: Bruno Trindade
Arranjo – ‘música Tranças Trançados’: Welligton Benardo e Jéssica Evangelista
Letra e música ‘Chama Romântica’: Yuri Christoforo
Figurinista: Laura Alves
Criação e operação de Luz: Rodrigo Pivetti
Cenário: Juliana Aguiar
Registro Áudio Visual: Daniel Carvalho
Fotos: Gunnar Vargas
Produção: Coletivo Pedra Rubra
Produção executiva: Priscila Lopes

CURIOSIDADE

CONTATO

ATENDIMENTO

As artistas do coletivo realizam trabalhos juntas desde 2004, tendo se conhecido no programa Teatro Vocacional, da Secretaria Municipal de Cultura.

 

De 2004 a 2014 realizaram diversos trabalhos (principalmente pelas periferias), criando entre os anos de 2014 e 2015 o Coletivo Pedra Rubra.

Rua Plinío Schimidt, 98

São Paulo, Próximo da estação Autodromo da CPTM
E-Mail: coletivopedrarubra@gmail.com

Nossa sede fica aberta nos dias de programação - fiquem atentos!

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